11/17/2016

Uma paixão chamada corrida!

   Aqui estou eu depois de mais um treino. Comecei a correr já tem alguns meses, e muitas pessoas me perguntam o que eu vi nesse esporte, já que o consideram muito chato. Bom, eu já tinha começado a correr alguns anos atrás, mas era só uma questão física, do tipo “ah, eu preciso emagrecer, então vou correr” e como eu não gostava de ir só, praticamente apenas caminhava e mal saía do lugar, desisti. Passou um tempo e minha vida deu uma mudada. Eu me sentia só, não estava de bem com o espelho e minha ociosidade era gigante, já que eu tinha terminado os estudos e minha faculdade só começaria no segundo semestre do ano. Resumindo, eu não fazia nada a não ser dormir, assistir Gossip Girl e comer, o dia todo! Não gente, não era início de depressão. Até por que depressão é uma doença muito séria e que requer cuidados e tratamento. Mas eu estava numa fase de auto-estima lá em baixo.
   
   Certo dia, minha vizinha me chamou pra correr com ela e eu sem nada pra fazer, aceitei. Mas eu não imaginava que depois de tanto tempo sem calçar um tênis eu ia gostar tanto. Era(e continua sendo) uma maneira de soltar meu estresse. Quando corro, ora fico com meus pensamentos, imaginando histórias, pensando em algo que passou comigo, ou simplesmente só corro, sem pensar em nada, observando as pessoas e o movimento, mas sempre no foco! Enfim, depois desse dia, entrei em uma assessoria de corrida e comecei a levar mais a sério esse esporte.

   Comecei correndo só um minuto e meio e andando 1(sim, ainda me lembro dos meus primeiros treinos, hihi) e a cada semana que passava ia aumentando: 400m, 800m, 1km e por ai vai. Hoje em dia, já consigo correr 4.5km, pelo que me orgulho muito. Afinal, o único limite na corrida é o seu corpo, e confesso que mesmo depois de correr, e ficar sentindo a respiração lhe faltar, as pernas doendo, o suor escorrendo, os músculos pulsando, você sente uma sensação de adrenalina, afinal, você ultrapassou o seu limite daquele dia e após concluir o treino você vai dizer “Eu consegui!” e não existe coisa mais gratificante do que conseguir algo que você lutou pra ter.



   Hoje em dia, conciliando corrida com musculação, me sinto bem melhor com o espelho, mais disposta para inúmeras outras atividades e de bem comigo mesma. Sinto que cresci e amadureci como pessoa. Conheci muitas pessoas bacanas com a corrida, pessoas que fazem dos meus dias mais alegres e que estão comigo juntos nessa caminhada. Ops, corrida! Espero que alguns tenham se identificado, não só com  a corrida, mas também com outros esportes que te fizeram se sentir melhor. E pra quem ainda não experimentou, super indico correr. Afinal, correr faz bem!


5/26/2016

Cooking: Docinho de Leite em Pó com Uva


   Olaa friends, como vocês estão? Fazendo vários nadas? Eu tô do mesmo jeito, Mas pra passar essa morgação, fiz um docinho magnífico que vou ensinar pra vocês aqui e agora. É um Docinho de Leite em Pó com Uva. Então, pra quem vai passar o feriado em casa, ou não tem planos pro fim de semana (ou tem né, vai que quer agradar alguém, o boy, sei lá... haha), aqui vai a receita. Vamos lá?

Ingredientes:

  • Uma xícara de leite em pó;
  • Uma xícara de açucar de confeiteiro (se você não tiver, é só passar no liquidificador que dá no mesmo);
  • Uma xícara de leite moça;
  • Algumas uvas.

   Agora, você vai colocar na vasilha o leite pó, açúcar e leite moça, nessa mesma ordem.
   Você vai misturar tudo, e quando ficar uma massa grossa, meio seca, você vai amassá-la com a mão, até ficar uniforme, a ponto de você tocar e não grudar nos dedos. 
   Depois, pegue um pouquinho da massa com a colher, enrole como um docinho normal, e amasse na sua mão. Coloque uma uva dentro, e vá fechando como se fosse uma coxinha. 
   Feito isso, é só polvilhar com o que vocês quiserem. Eu polvilhei o meu com açúcar, mas dá pra colocar leite em pó, granulado, ou use a criatividade. Também dá pra colocar outras frutas ao invés de uva, como um morango, aí sim ia ficar com formato de coxinha, haha. A receita rende mais ou menos 20 docinhos, e é super rápida de fazer. Espero que gostem, e se fizerem, me contem aqui o que acharam. E claro, o resultado é aquele ali da primeira foto! Um amor né?! Créditos das fotos pra minha irmã Vitória, que ficou atrepada em cima da cadeira fazendo os clics, haha. Beijão e até mais. 

5/16/2016

A Excelência do Balé Russo


   Oi pessoas intelectuais, tudo bem? Hoje vou contar pra vocês sobre a minha experiência ao ir assistir a uma apresentação de balé, o Stars of Russian Ballet, que traduzido para o português fica “A Excelência do Balé Russo”.  Dirigido por Augusto Stevanovish, esse ano eles trouxeram os melhores momentos dos grandes ballets de repertório encenados mundialmente, reunindo os principais solistas das renomadas cias russas, como Bolshoi de Moscou, Stanislavsk, Kremlim e o teatro Mariinski de São Petersburgo.

   O espetáculo aconteceu lá no Teatro Celina Queiroz, que faz parte da faculdade particular da cidade, a Unifor.  O teatro não é muito grande, mas, achei super confortável e aconchegante. A apresentação durou cerca de uma hora e meia, tendo sido iniciada pontualmente às 20h, intervalo de quinze minutos no meio, e término às 21:30.


   O que achei interessante foi que, ao invés de ser apenas uma única apresentação, eles fizeram várias representações de histórias que a gente conhece, como: A dama e o vagabundo(que pra mim foi uma das melhores), O quebra-nozes, A Bela e a Fera, Romeu e Julieta(pra mim foi a mais linda), A morte do cisne, e por ai vai. Essas apresentações foram antes do intervalo, pois logo após, eles voltaram com algumas apresentações próprias, como Spartacus. Cada uma delas era apresentada por um casal diferente(que não me lembro dos nomes por serem todos russos, kkk, perdão).

                                                               (Cena de Spartacus)

   A cada movimento que os bailarinos davam, você podia notar a rigidez que é necessária pra calçar aquelas sapatilhas de ponta e segurar as damas, mas ao mesmo tempo, você notava a pureza, leveza e sensibilidade que eles transmitiam ao público. A expressão no rosto deles intensificava mais ainda o que eles queriam nos passar de cada personagem que faziam, seja em uma cena de morte, ou de romance, podíamos perceber com clareza os sentimentos de amor, sofrimento, espanto... Ai, uma coisa linda. Nada mais a declarar, só sentir.


   Infelizmente, essa foi uma apresentação única aqui na cidade. Mas se você não é de Fortaleza, vale a pena conferir se eles ainda vão estar na sua região, afinal, eles estão em turnê pelo Brasil. E se não, vamos esperar que eles estejam de volta próximo ano com mais uma novidade né?! Os ingressos custam 240(inteira) e 120(meia), e são vendidos no próprio local de apresentação. E se você não quiser esperar tudo isso, procure alguma apresentação próxima a você. Sério, vocês não vão se arrepender. E se já foram assistir a esse ballet ou qualquer outro, conte aqui nos comentários a sua experiência e o que achou, to super curiosa. Então é isso. Beijos e até a próxima! Fui.


  •    Créditos das imagens ao meu amigo Jeová Oliver, que foi uma das pessoas que embarcou nessa aventura comigo.